Follow Us on Twitter

Informe Tecnológico

Cigarro eletrônico promete manter vício sem nicotina e sem fumaça

Tecnologia tem apelo sexual para manutenção do vício sem incomodar não-fumantes

A atriz Gyna Lynn é a garota-propaganda do cigarro eletrônico

No Estado de São Paulo, a lei que proíbe o fumo em locais fechados e semiabertos entrou em vigor em 2009. Para diminuir a ansiedade dos fumantes e não incomodar a imensa e esmagadora maioria de não-fumantes, já está disponível para comercialização o produto Smoking Everywhere E-Cigarette. Trata-se um cigarro eletrônico importado dos Estados Unidos pelo Museu das Invenções, ligado à Associação Nacional dos Inventores (ANI) - entidade sem fins lucrativos que apoia e estimula novos produtos e ideias inovadoras.
O presidente da ANI, Carlos Mazzei, conferiu pessoalmente a criação e simpatizou com a ideia, já que o produto “parece e até tem gosto de um cigarro tradicional, mas não contém alcatrão nem provoca cheiro, combustão, fogo, fumaça ou emissão de monóxido de carbono ou cinzas”.
O E-Cigarette é baseado em tecnologia microeletrônica. É composto por um filtro aromatizado, um nebulizador que provoca fumaça de vapor d’água e um chip inteligente com bateria recarregável de lítio. Uma luz-piloto se acende quando em funcionamento, imitando a brasa de um cigarro. “O maior atrativo do cigarro eletrônico é que ele faz fumaça, porém não incomoda com seu cheiro”, explica Mazzei.
Para ele, o cigarro eletrônico é uma alternativa para fumantes que não conseguem perder o costume de pegar o cigarro, colocá-lo na boca e segurá-lo entre os dedos, além da sensação de soltar a fumaça. O produto já vem sendo comercializado com sucesso no estado norte-americano da Flórida e o empresário trouxe uma unidade para testes e demonstrações: “A ideia é negociar uma quantidade para trazer ao Brasil a partir de agosto. Por isso, já estamos aceitando pedidos antecipados”.
O kit – composto de cigarro, carregador e filtros – tem previsão de custo para o consumidor de aproximadamente R$ 500,00. O filtro de reposição, nos sabores tabaco, mentol, cravo, café, chocolate, baunilha, morango, cereja e maçã, vendido em caixas com cinco unidades, deverá custar cerca de R$ 10,00.

Fonte: http://tecnologia.br.msn.com/noticias/artigo.aspx?cp-documentid=23902215 (Por Fernando Souza Filho, Atualizado: 16/4/2010 13:05)



NOSSA OPINIÃO: Essa notícia, foi escolhida essa semana por nosso Grupo para mostrar um produto que está ganhando popularidade em vários países, com a promessa de ajudar pessoas a se livrarem do vício em tabaco.
Com análise no texto, chegamos a conclusão que essa nova tecnologia está virando mania entre os fumantes, pois o número de locais públicos onde o fumo é banido estão crescendo e a utilização desse tipo de produto tornou-se uma alternativa nova para ajudar os fumantes a escaparem dessa proibição.
Além de aparentar um cigarro de verdade, produzindo fumaça que não incomoda os não fumantes, ele trás aos dependentes a sensação de paz de espírito sabendo que está fumando sem causar danos a saúde, livre de substâncias tóxicas. A propaganda utilizada se volta para o apelo sexual, querendo referir-se a uma das doenças causada pelo cigarro tradicional que é a impotência sexual.
Essa tecnologia pode ser boa, porém pode não tirar o vício dos fumantes e seu custo é muito alto não podendo chegar a posse dos muitos que são dependentes.
Category: 0 comentário(s)